'Guarda-móveis' viram estoque para pequenas e grandes empresas

Espaços de self storage não prestam serviço como os guarda-móveis, são um negócio imobiliário; empresas aproveitam boa localização de unidades para apoio logístico.

No GoodStorage, a segunda maior empresa do ramo no país, uma grande fabricante de bebidas guarda material de ponto de venda, segundo o presidente da companhia, Thiago Cordeiro.

“Um aplicativo de entrega também tem boxes em várias das nossas unidades. Tudo que eles não conseguem entregar no dia, deixam lá para distribuir no dia seguinte. Antes essas mercadorias tinham que ir para Barueri. A empresa diz que o custo baixou 40%”, conta Cordeiro.

No total, GoodStorage tem 10 unidades, todas na Grande São Paulo, e 5,5 mil boxes, que somam uma área operacional de 40 mil m². Lá, 40% dos clientes são pessoas jurídicas. A empresa, inclusive, tem em todas as suas lojas um escritório compartilhado, com internet disponível, que pode ser usado pelos clientes corporativos como um centro operacional, sem custo.

O GoodStorage diz que espera que sua receita cresça 35% neste ano frente a 2017 e quer abrir mais 10 unidades até o fim do ano, totalizando 20 lojas. A empresa recebeu um aporte de US$ 150 milhões em dezembro de 2013 e diz que “ainda tem dinheiro em caixa” para se expandir, até por meio de aquisições.

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'Guarda-móveis' viram estoque para pequenas e grandes empresas